Fritz Lang: um cineasta “abominável”

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Um breve sobre Fritz Lang.

Foi oficial do exército austro-húngaro na Primeira Guerra até que o projétil de uma granada o transformou num ciclope.

Sua estreia deu-se com o futurista Metropolis (1919), filme que além de quase falir a produtora UFA, passou à história como um representante legítimo do nascente Expressionismo Alemão.

Sua mulher, Thea, ficou francamente ao lado dos nazistas quando o casal fora convidado para supervisionar a indústria cinematográfica alemã pelo venal Joseph Goebbels. Quando foi viver nos EUA, já divorciado, se divertia por conta de sua feição caricaturesca e prussiana que metia medo em meia Hollywood.

Cansado de produtores metediços e controladores, foi fazer filmes na África.

Os grandes temas de sua carreira: ódio, assassinato e vingança.

A trilogia Mabuse (inicida em 22 com Dr. Mabuse, o Jogador e terminada em 60 com Os Mil Olhos do Doutor Mabuse que satirizava certos costumes nazistas), são suas obras-primas.

Cego como uma toupeira, presidiu o festival de Cannes em 64.

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