Um enigma chamado Greta Garbo

garbo

Não respondia cartas dos fãs, não autografava fotos, tampouco dava entrevistas à imprensa.

Abandonou John Gilbert no altar em 27.

A despeito dos olhos de azul quase translúcido, costumava haver insuspeitas águas turvas, fundamentalmente nas partes mais fundas.

Fato é que um dia, num ímpeto, com mais de 20 anos devotados à Sétima Arte, e sem dar satisfações a quem quer que fosse, Greta Garbo decidiu abandonar tudo e viver reclusa. Por conta disso, um enorme fascínio foi gerado a sua volta.

Nascida em 1905, em Estocolmo, na Suécia, Garbo foi eleita pelo American Film Institute como uma das maiores lendas do cinema.

Diz-se que quando se mudou para Nova York, adotou o nome de Harriet Brown e passou a se dedicar à jardinagem.

Ao longo de toda sua vida, ela só concedeu apenas meia dúzia de entrevistas.

Morreu de pneumonia em 90.

“I want to be alone”, frase famosa proferida em Grande hotel (1932) virou seu mantra.

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