Patifarias na Embrafilme

Embrafilme

 

Outro dia mesmo, vi alguém cantando láureas sobre a Embrafilme (estatal extinta que fomentava, produzia e distribuía filmes brasileiros e que foi pulverizada do cosmo nos anos 90).

Ora, a empresa era gerida por safardanas da pior estirpe; e entre mamatas e crocodilagens mil, um mundo de pessoas desqualificadas.

Hoje, admiro-lhes a cara de pau ou o estoicismo.

Claro, muitos filmes eram terríveis e o insucesso crônico de vários deles se deu por conta de certos embusteiros que capitaneavam essas produções.

Fiquei sabendo através de fontes fidedignas que de 1 bilhão de cruzeiros (antigos), o beneficiário embolsava 25% e gastava o resto no filme, que era, invariavelmente, fracasso certo. Sem dar nome aos bois, Moniz Viana, um dos críticos de cinema legendários do nosso país, escreveu várias vezes na Tribuna da Imprensa que a Embrafilme terminaria em roubalheira.

Falou e disse.

 

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